segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Líderes apontam problemas no Planseq Afro em Salvador




Lideranças das Comunidades Entorno da construção do Parque Tecnológico (Mussurunga, Bairro da Paz , Vila Verde) tem sido destaque nas reuniões de feedbacck do Parque Tecnológico na Bahia. O motivo são as deficiências administrativas apresentadas pela União,Governo e Prefeitura na captação de mão de obra local.

O lançamento do Planseq Afrodescendente 2010 como forma de capacitação de mão de obra para servir como base de sustentabilidade para as obras do Parque Tecnológico de Salvador, tem enfrentado “ataques” das lideranças das comunidades pela demora na execução da contratação de funcionários pós realização dos cursos oferecidos. O Governo do Estado enfrenta ainda a barreira do analfabetismo dos jovens e adultos inscritos para os Cursos oferecidos pelo Planseq Afrodescendente na Bahia.

Além de reduzir o percentual de brasileiros que não sabem ler e escrever (10%), o País tem o desafio de combater o chamado analfabetismo funcional, que atinge 25% da população com mais de 15 anos, de acordo com a última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Há diversos conceitos para classificar o analfabeto funcional. Para a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), é o indivíduo com menos de quatro anos de estudo completos.

O analfabeto funcional, em geral, lê e escreve frases simples, mas não é capaz de interpretar textos e colocar idéias no papel. "De certa forma, eu avalio que é um problema maior do que o analfabetismo absoluto, porque este vem sendo reduzido. Mas o analfabetismo funcional só cresce", avalia a diretora executiva do Instituto Paulo Montenegro (IPM), Ana Lúcia Lima.


* texto Patrícia Bernardes


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