segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Adoção Transracial: Parentesco reconfigurado no Espaço da Adoção?


Olá!

Estava levantando dados sobre jovens em áreas de risco em Salvador (2010) ... e cheguei a este impasse sobre que soluções viáveis seriam levantadas como sugestão além de cadastramento destes jovens em ONGs. O número de jovens em situação de miséria e/ou abandono é alarmante (IBGE 2009). São inúmeros..e este assunto caiu em nossa pauta como forma de "segunda chance" para reabilitação destes mesmos jovens.

Seria uma saída? Seria uma "castração" na matriz cultural na formação deste jovem? Esta lei formatada pelo Poder Judicial daria uma forma mais coerente no tratamento de sequestro de jovens (ou até mesmo a venda) de suas famílias carentes?

Especialistas americanos dizem que as crianças disponíveis para adoção devem ser sempre colocados com uma família com pelo menos um dos pais da mesma raça ou cultura, como a criança. Essas pessoas dizem que as agências de adoção tem um forte compromisso para trabalhar com famílias de cor e que é flexível em seus procedimentos são muito bem sucedidos em recrutar "mesma raça" na família.
Outros especialistas dizem que a raça não deve ser considerada em todos ao selecionar uma família para uma criança. Para eles, uma família amorosa que pode satisfazer as necessidades de uma criança especial é tudo que importa. Ainda outros sugerem que, após uma agência trabalha arduamente para recrutar uma família de corrida mesmo durante um determinado período de tempo, mas não encontrar um, a criança deve ser colocada com uma família amorosa de qualquer raça ou cultura que possa atender às necessidades da criança.Apesar das opiniões dos peritos diferentes, existem muitas famílias transracial e transcultural, e muitos mais serão formados. Preparação para a aprovação é importante para quem pensar em adotar uma criança.


O que pensar?



Patrícia Bernardes

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