domingo, 22 de novembro de 2009

CCJ aprova PEC que restabelece exigência de diploma para jornalista



A TARDE

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara de Deputados aprovou na manhã desta quarta-feira a proposta de emenda constitucional (PEC) que restabelece a exigência de graduação de nível superior para o exercício da profissão de jornalista. A proposta, de autoria do deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS), teve única manifestação contrária do PSDB.
O baiano José Carlos Aleluia (DEM), que já havia se manifestado pela rejeição da PEC e é membro da CCJ, não estava no plenário no momento da votação.
"A aprovação da PEC na CCJ significa um atestado de constitucionalidade da exigência do diploma", comemorou o presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Sérgio Murilo, que está no Congresso acompanhando a PEC e seguiu imediatamente para a CCJ do Senado para convencer seus membros da importância da aprovação da proposta naquela Casa. "A vitória de hoje é essencial para o seguimento da luta de defesa da regulamentação da profissão, e uma demonstração de que não há contradição entre a formação profissional e a liberdade de expressão e opinião".
Paulo Pimenta, autor da proposta, observou que houve um "equívoco conceitual" quando o Supremo Tribunal Federal (STF) colocou num mesmo patamar a liberdade de expressão e o exercício da atividade profissional de jornalista. "O STF tratou a atividade profissional como se fosse mera divisão da liberdade de opinião, desconhecendo o trabalho de mediador da sociedade exercido pelo profissional – que não é um cronista", disse, acrescentando que os jornais de todo o país garantem espaçco para que colaboradores não-jornalistas expressem sua opinião.
De acordo com a Fenaj, estima-se que, anualmente, sejam graduados de sete a oito mil novos jornalistas nas cerca de 400 faculdades de jornalismo existentes no país. Atuam no Brasil 60 mil jornalistas, a maior parte diplomados, de acordo com a entidade.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

SEMINÁRIO - Processos de Hegemonia e Contra-hegemonia 2009


Entre os dias 18 e 20 de novembro, será realizada a versão 2009 do Seminário de Pesquisa organizado pelo do Grupo “Processos de Hegemonia e Contra-hegemonia”. Este é o organizador, mas a participação é aberta a todas e todos interessados. Além do Grupo, esta é também uma promoção do Departamento de Ciência Política, do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais e da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, todos da Universidade Federal da Bahia.

São 19 trabalhos, distribuídos em cinco mesas, que abordarão temas como hegemonia, contra-hegemonia, opressões, movimentos identitários e contestatórios, mídia, estado, sociedade civil, cultura, marketing e comportamento político.

A inscrição de ouvintes é gratuita e haverá comprovante de participação para quem tiver presença em pelo menos 75% das mesas de debate.

Programação

Abertura Oficial

Quarta-feira, 18 de novembro, às 13:30 h

FFCH - Sala de áudio-visual (em cima da Biblioteca)

Presença de representações de instâncias da UFBA

Mesa 1 – Ação Política, Hegemonia e Contra-hegemonia

Quarta-feira, 18 de novembro, das 14 às 18 h (com intervalo às 16 h)

FFCH - Sala de áudio-visual (em cima da Biblioteca)

Os sentidos da identidade de esquerda no discurso do Presidente Lula

Luís Antônio de Araújo Costa - Mestre em Ciências Sociais (FFCH/UFBA). Prof. da UNIME

Participação (des)politizada: uma análise da comunidade virtual do movimento “Fora Sarney” Bahia, sob a ótica gramsciana

Ingrid Winkler – Doutoranda em Administração pelo NPGA/UFBA

Julio Andrade - Doutorando em Administração pelo NPGA/UFBA

Vizinhos do (in)conformismo: o Movimento dos Sem Teto da Bahia (MSTB) entre a hegemonia e a contra-hegemonia

Luiz Cezar dos Santos Miranda - Mestre em Ciências Sociais (FFCH/UFBA)


Mesa 2 – Estado, Direito e Sociedade Civil

Quinta-feira, 19 de novembro, das 8:30 às 12:30 (com intervalo às 10:30)

FFCH - Sala a ser definida

Transposição do rio São Francisco: interfaces entre as ações do governo Lula e os beneficiados deste projeto

Yang Borges Chung – Mestrando do PPG em Ciências Sociais (FFCH/UFBA)

Descentralização da Gestão da Água - Brasil e Chile, comitês de bacia hidrográfica e mesas de água

Golde Maria Stifelman - Mestre em Sociologia (FFCH/UFBA) e membro do GRH/Escola Politécnica/UFBA

O direito como fenômeno plural e a questão do acesso à justiça: a experiência do Movimento dos Sem Teto da Bahia (MSTB) e a sua implicação na efetividade do referido princípio fundamental

Rafaela Seixas Fontes - Graduanda de Direito (UFBA) e Pesquisadora-Bolsista da FAPESB.

Mesa 3 – Mídia, hegemonia e contra-hegemonia

Quinta-feira, 19 de novembro, das 14:00 às 18 h (com intervalo às 16 h)

FFCH - Sala a ser definida

A “Opinião Pública” em Gramsci

Paula Novaes - Graduanda de Ciências Sociais (FFCH/ UFBA) e pesquisadora de Iniciação Científica – PIBIC/UFBA.

Gramsci e a questão da imprensa

Mayana Rocha Soares - Graduanda em Ciências Sociais (FFCH/UFBA) e Bolsista do PIBIC/CNPq.

Hegemonia nas páginas da revista Veja - O Real consenso

Paulo Moraes Neto - Graduando em História (UEFS)

Contra-hegemonia e Internet: Gramsci e a mídia alternativa na web

Laércio Torres de Góes- Mestre em Comunicação e Cultura Contemporâneas (Facom/UFBA) e Prof. da Unime – Salvador

Mídia e contra-hegemonia: o jornal Brasil de Fato como alternativa dos movimentos sociais no Brasil

Thaís Brito da Silva

Mestranda no PPG em Ciências Sociais (FFCH/UFBA)


Mesa 4 – Comportamento político, sindicalismo e hegemonia

Sexta-feira, 20 de novembro, das 8:30 às 12:30 h (com intervalo às 10 h)

FFCH - Sala de áudio-visual (em cima da Biblioteca)

João Henrique, Walter Pinheiro e a disputa pela “imagem” de Lula no 2° turno das eleições para prefeito de Salvador em 2008

Vicente Coutinho - Mestre em Ciências Sociais (FFCH/UFBA)

Comportamento político e avaliação da administração pública no município de Jussara, Bahia

Emanuel Batista da Rocha – Bacharelando em Ciência Política (UFBA)

O Sindicato dos Petroleiros da Bahia e seu papel na consolidação da hegemonia burguesa no interior do sindicato e suas bases

Camila Marques - Mestranda do PPG em Ciências Sociais (FFCH/UFBA)

Classe e racismo no sindicalismo brasileiro: lutas hegemônicas e lutas por reconhecimento

Jair Batista da Silva - Doutor em Ciências Sociais/UNICAMP; Pesquisador do CRH e do PPG em Ciências Sociais (FFCH/UFBA) e Bolsista do PNPD/CAPES/CNPq.

Mesa 5 – Cultura, opressões e emancipação

Sexta-feira, 20 de novembro, das 14:00 às 18 h (com intervalo às 16 h)

FFCH - Sala de áudio-visual (em cima da Biblioteca)

A ação política dos estudantes da ETFBA (1979/1989): enfrentamento, participação política e greve

Naiaranize Pinheiro da Silva - Mestre em Ciências Sociais (FFCH/UFBA) e Profa. do IFBAHIA

Movimentos negros e educação: o empoderamento como estratégia política

Luis Flávio Reis Godinho - Doutor em Sociologia (UFPB); Prof. do Centro de Formação de Professores da UFRB

Mulheres Hip Hop: movimento social em Salvador

Rebeca Sobral Freire - Cientista Social (FFCH/UFBA) e Mestranda em Estudos sobre Mulheres, Gênero e Feminismo no PPGNEIM (UFBA)

Teatro de rua e emancipação social

Marcus Cosme Marcelino dos Santos - Sociólogo (FFCH/UFBA) e Ator de teatro de rua.

Todas as atividades serão realizadas na Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFBA – Estrada de São Lázaro – Federação.

Inscrições de ouvintes gratuitas a partir das 13 horas do dia 18, no local.

Comprovante de participação para quem tiver presença em pelo menos 75% das mesas de debate.

Grupo de Pesquisa Processos de Hegemonia e Contra-hegemonia

Departamento de Ciência Política

Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais

Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas

Universidade Federal da Bahia

SALVADOR: Programação da Semana da Consciência Negra


Entre os dias 17 e 22 de novembro, a banda angolana Next, o compositor baiano Dão, o DJ ganês Sankofa e grandes artistas da música vão se apresentar no Pelourinho para celebrar a Semana da Consciência Negra. Exposição sobre Luanda e ciclo de debates sobre a cultura negra vão integrar a programação.
O Pelourinho, um dos grandes símbolos da cultura afro-brasileira, preparou uma programação especial para celebrar a Semana da Consciência Negra. Do próximo dia 17 até o dia 21 de novembro, o Centro Histórico de Salvador receberá apresentações musicais, com destaque para a black music e a música africana, exposição sobre Luanda, capital de Angola, e um debate sobre a arte e a cultura negra. Os eventos são promovidos pelo Programa Pelourinho Cultural, da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, Diretoria de Museus e pelo Fórum Nacional da Juventude Negra.

PROGRAMAÇÃO

Dão e DJ Sankofa
Quando: 17 de novembro, às 21h
Onde: Largo Pedro Archanjo
Quanto: Gratuito

Semana do Observatório Humano
Quando: 19 de novembro, às 16h
Onde: Largo Pedro Archanjo
Quanto: Gratuito

Conferência Sociologia Angolana
Realização: Dimus
Quando: 20 de novembro, às 17h
Onde: Praça das Artes
Quanto: Gratuito

Abertura da Exposição Luanda, Suave e Frenética
Realização: Dimus
Quando: 20 de novembro, às 19h
Onde: Galeria Solar Ferrão
Quanto: Gratuito

Banda Next
Realização: Dimus
Quando: 20 de novembro, 20h30
Onde: Praça das Artes
Quanto: Gratuito

Malu Soares
Quando: 21 de novembro, 21h
Onde: Quincas Berro D'Água
Quanto: Gratuito

Arte Negra em Defesa da Vida e da Liberdade
Realização: Fórum Nacional da Juventude Negra
Quando: 21 e 22 de novembro, 15h
Onde: Largo Pedro Archanjo
Quanto: Gratuito

Poucos lugares em nosso país são tão representativos para celebrar esta data como o Pelourinho. O Dia da Consciência Negra é comemorado em todo o Brasil, sempre no dia 20 de novembro - dia da morte de Zumbi dos Palmares. A data é dedicada à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira e a lembrar a resistência do negro à escravidão.

fonte: SECULT

Profissionalização para negros divide opiniões em Brasília


Fonte: Jornal do Brasil

A partir da próxima semana será implantado o maior Plano de Qualificação Profissional com recorte social e racial no Brasil: o Planseq Afro, que vai capacitar 25 mil negros que estão desempregados nos 26 estados e no Distrito Federal. Minas Gerais, Rio de Janeiro e Mato Grosso são os estados que oferecerão o maior número de vagas: 6.945, 3.860 e 2.940 respectivamente. Empreendedor individual, carpinteiro, mecânico de motos, eletricista, borracheiro, gerente de supermercado, operador de telemarketing e recepcionista são os principais cursos oferecidos. Entre eles, destaca-se o de cuidador de pessoas com doença falcifome - a doença genética mais comum da população brasileira que diminui a circulação, provocando dor e destruição dos glóbulos vermelhos e que acomete principalmente a população negra.
O Planseq Afro é uma parceria entre o Ministério do Trabalho e Emprego e a Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) e custará cerca de R$ 20 milhões. Para fazer um dos cursos é preciso se autodeclarar afrodescendente e estar desempregado. O programa de capacitação priorizará os jovens de 16 a 24 anos e adultos com mais de 40 anos, além de pessoas com um número grande de dependentes. Alguns cursos exigirão ensino médio como pré-requisito. Mas a maioria pode ser feita por quem tem apenas ensino fundamental.

Divergências


Ações afirmativas voltadas para o mercado de trabalho, no entanto, não são unanimidade nem mesmo dentro do movimento negro.

- É um escândalo. É uma atitude reacionária - denuncia o coordenador do Movimento Negro Socialista, José Carlos Miranda.

- Querem dividir a classe trabalhadora entre negros e brancos. O Ministério Público deveria se posicionar contra este tipo de política que divide o povo brasileiro.

Segundo Miranda, ações como esta só existem em países que adotaram políticas segregacionistas como a Africa do Sul e a Alemanha nazista.

- Qual a diferença entre o desempregado negro e o branco se ambos forem pobres? - questiona Miranda. - Não é desta forma que se combate o racismo. A igualdade é defendida na Constituição. O problema é que as políticas universalistas não estão sendo aplicadas até o fim, mas dividir o povo só serve ao interesse de quem quer aprofundar o racismo. Qualquer pessoa que luta pela igualdade de direitos deve se indignar com este tipo de benefício.

Autor do livro Uma gota de sangue - história do pensamento racial, Demétrio Magnoli acredita que um programa de capacitação destinado a trabalhadores negros não é necessário, uma vez que já existem programas destinados a capacitar trabalhadores de baixa renda:

- A finalidade, obviamente não é para capacitar, mas classificar. As políticas racialistas no Brasil não se destinam a promover inclusão social. Elas só se destinam a fabricar identidades raciais oficiais.


Veja mais sobre Planseq

Plano de Qualificação Profissional atenderá 25 mil trabalhadores negros


EDUCAÇÃO, CULTURA E ARTE COMO FORMA DE INCLUSÃO SOCIAL


V Mostra Novembro Negro - ARACAJU


O Coletivo de Artistas Afro-Descendentes apresenta a 5ª Mostra Pluriartística Novembro Negro. O tema escolhido para a Mostra em 2009 - já se vão oito anos de história, é bom que se frise - será "Educação, Cultura e Arte como Forma de Inclusão Social". Escolha, diga-se, muito feliz e inspiradora. Feliz, porque acredito que Cultura, Arte e Educação juntas podem tornar a sociedade mais humana, mais justa, e, conseqüentemente, livre de qualquer tipo de preconceito. Inspiradora, pois a temática me motivou a escrita de um pequeno texto que desejo socializar com vocês.

"De três fontes o ser humano deve beber sempre:

Arte, Cultura e Educação.

Para conhecer-se bem

E bem conhecer o meio em que vive,

O homem deve principalmente

Beber do saber que brota do seio do povo -

A Arte na sua matéria mais prima,

"A Educação na sua essência mais pura."

Saciemo-nos então. O convite ao primeiro gole está feito.


escrito por :João Emanuel Santos

Coordenação do Evento - Coletivo de Artistas Afro-descendentes Novembro Negro

Web Site : http://www.novembronegrose.com.br/

Hotmail : novembro-negro@hotmail.com Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Tel.: contato Anselmo 8843-9041 / Reall 8108-8247 / DEA-João Emanuell 7031-1877


sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Palestra " Liberdade.E agora?"


Ressocialização-Violência – Salvador - Mercado de Trabalho

Uma Palestra Corporativa através de um vídeo documentário de 20 min dividindo-o em alguns blocos:

Apresentação

Abordagem sobre a criminalidade

Família

Cotidiano

Mercado de Trabalho

Perspectivas para o Futuro.

“Liberdade! E agora?Vídeo Documentário produzido em 2008.1 para ações de prevenção e esclarecimento sobre a situação atual da violência em Salvador.

Palestra para Ongs,Instituições Privadas (Escolas,Cursos,Empresas).
(071)8833-0589
Bernardes