quinta-feira, 24 de abril de 2008

Trafico Ilícito de Drogas praticado por Mulheres

Pesquisa realizada em 2005 pelo Ministério da Justiça - Governo Federal do Brasil mostra cenário de Mulheres Encarceradas no momento do ingresso em estabelecimentos prisionais.


Em relação à sociedade, as mulheres sempre foram desfavorecidas em comparação aos homens. As mulheres mesmo tendo mais instrução que os homens, ocupam cargos menores ou recebem salários inferiores aos dos homens. Isto está relacionado ao preconceito que o sexo feminino, sempre foi alvo.
Em relação à economia, as mulheres que são presas, geralmente, são mães, donas de casa, desempregadas ou subempregadas. O que não é justificativa, mas sim explicação para o ato do vandalismo e da criminalidade.
Em relação ao aspectos psicológicos, as mulheres sempre recebem, desde pequenas uma educação que presa que elas devem ser sempre dóceis, amáveis, educadas, dedicadas, etc. Isto explica também o fato de que tenham menos mulheres presas do que homens.
Um aspecto que também é colocado no livro é que as mulheres cometem crimes, na maioria, mais leves do que os homens e alguns deles nem mesmo são considerações crimes e não vão a julgamento e alguns países, como a prostituição, o aborto, etc.
Até mesmo quando as mulheres cometem crimes mais graves é porque estão auxiliando parentes ou parceiros e, mesmo assim, exercem trabalhos domésticos. Além disso, no texto, uma das explicações é de que as mulheres de rebelam, cometendo assim, crimes.
Quando presas as mulheres tendem a sofrer mais que os homens, por ter um número maior de homens presos e por haver um grande problema de superlotação nos presídios do país, as mulheres ao serem presas são alojadas construídas, a priori, para homens. Além disso, em alguns presídios não há lugar adequando para os filhos das detentas, não há creche nem divisões para as gestantes. As presas não são liberadas para as visitas intimas tão facilmente quanto os homens, a justificativa é para evitar doenças. Algumas mulheres são esquecidas pelos maridos quando são presos, muito devido ao preconceito, os maridos geralmente procuram outra família. Além disso, as mulheres não costumam receber tantas visitas quando os homens, o que faz com que elas se sintam cada vez mais solitárias e abandonadas pelos parceiros.

Citações que podem ser aproveitadas:

“Os últimos dados estatísticos oficiais publicados, em dezembro de 2005, no site do Ministério da Justiça, pelo departamento Penitenciário Nacional – DEPEN revelam que a população do sistema penitenciário brasileiro se estimava em 296.919 pessoas, sendo a porcentagem de mulheres presas (4%) consideravelmente menores que a de homens (96%). (2006, on line)” (página 21 – considerações sobre a criminalidade feminina)


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