segunda-feira, 28 de abril de 2008

Secretária participa do VII Fórum dos Governadores do Nordeste

A Secretária da Justiça,Cidadania e Direitos Humanos , Marília Muricy ,participa nesta quarta - feira (29), às 14 h no Palácio República dos Palmares ,em Maceió, do VII Fórum dos Governadores do Nordeste a convite da Secretaria Especial dos Direitos Humanos (SEDH).Marília participará das atividades do evento que fazem parte da plataforma estratégica do Governo lançado em 2007 cuja função é de inserir ações voltadas para a articulação e implementação da “Agenda Social”.
A “Agenda Social” pretende reunir instrumentos capazes de fazer com que haja em todo território brasileiro , uma grande articulação entre os Municípios , Estados e União Federal , juntamente com a Sociedade Civil organizada em movimentos sociais ou associações. Além disso , a Oficina da Agenda Nacional também tem a intenção de expor sugestões para todas as áreas de atuação que estão envolvidas no Compromisso Nacional pela Erradicação do Sub-Registro Civil;a Inclusão das Pessoas com Deficiência, bem como a Redução da Violência contra as Crianças e Adolescentes.

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Trafico Ilícito de Drogas praticado por Mulheres

Pesquisa realizada em 2005 pelo Ministério da Justiça - Governo Federal do Brasil mostra cenário de Mulheres Encarceradas no momento do ingresso em estabelecimentos prisionais.


Em relação à sociedade, as mulheres sempre foram desfavorecidas em comparação aos homens. As mulheres mesmo tendo mais instrução que os homens, ocupam cargos menores ou recebem salários inferiores aos dos homens. Isto está relacionado ao preconceito que o sexo feminino, sempre foi alvo.
Em relação à economia, as mulheres que são presas, geralmente, são mães, donas de casa, desempregadas ou subempregadas. O que não é justificativa, mas sim explicação para o ato do vandalismo e da criminalidade.
Em relação ao aspectos psicológicos, as mulheres sempre recebem, desde pequenas uma educação que presa que elas devem ser sempre dóceis, amáveis, educadas, dedicadas, etc. Isto explica também o fato de que tenham menos mulheres presas do que homens.
Um aspecto que também é colocado no livro é que as mulheres cometem crimes, na maioria, mais leves do que os homens e alguns deles nem mesmo são considerações crimes e não vão a julgamento e alguns países, como a prostituição, o aborto, etc.
Até mesmo quando as mulheres cometem crimes mais graves é porque estão auxiliando parentes ou parceiros e, mesmo assim, exercem trabalhos domésticos. Além disso, no texto, uma das explicações é de que as mulheres de rebelam, cometendo assim, crimes.
Quando presas as mulheres tendem a sofrer mais que os homens, por ter um número maior de homens presos e por haver um grande problema de superlotação nos presídios do país, as mulheres ao serem presas são alojadas construídas, a priori, para homens. Além disso, em alguns presídios não há lugar adequando para os filhos das detentas, não há creche nem divisões para as gestantes. As presas não são liberadas para as visitas intimas tão facilmente quanto os homens, a justificativa é para evitar doenças. Algumas mulheres são esquecidas pelos maridos quando são presos, muito devido ao preconceito, os maridos geralmente procuram outra família. Além disso, as mulheres não costumam receber tantas visitas quando os homens, o que faz com que elas se sintam cada vez mais solitárias e abandonadas pelos parceiros.

Citações que podem ser aproveitadas:

“Os últimos dados estatísticos oficiais publicados, em dezembro de 2005, no site do Ministério da Justiça, pelo departamento Penitenciário Nacional – DEPEN revelam que a população do sistema penitenciário brasileiro se estimava em 296.919 pessoas, sendo a porcentagem de mulheres presas (4%) consideravelmente menores que a de homens (96%). (2006, on line)” (página 21 – considerações sobre a criminalidade feminina)


Tese comprova participação Glauber Rocha na evolução política do país

Entre os anos de 1962 e 1968, instala-se no Brasil o período que ficou conhecido como “Cinema Novo”, denominado a partir de uma análise a cerca de determinados filmes e das críticas feitas na época. A tese “Vivendo o cinema”, da pesquisadora Maria do Socorro Carvalho, integrante da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), relata exatamente este momento histórico que consagrou não somente Glauber Rocha, como também outros cineastas que já se destacavam no cenário cinematográfico.

Segundo a pesquisadora, o início da trajetória da pesquisa foi o movimento chamado “Ciclo de Cinema Baiano”, que ocorreu entre dos anos de 1958 e 1964. “A cultura cinematográfica na Bahia, não apenas produzia filmes, mas também críticos, técnicos, produtores, atores e diretores. Tudo aconteceu muito rapidamente, e em um breve intervalo de cinco anos essa Nova Onda Baiana nasce, cresce, produz, ganha notoriedade e morre”, afirma Maria.

Foi a partir da modernização da cidade de Salvador, ocorrida na década de 50, que surge o cinema baiano. Mesmo sem apresentar grandes progressos sociais, a cidade começava a se destacar como uma disseminadora de arte e de eventos culturais. “Uma idéia bastante difundida pela imprensa local era a de que Salvador, por sua história, situação geográfica privilegiada e rica tradição cultural, seria a única cidade brasileira com possibilidades de tornar-se uma síntese do país, uma referência do Brasil para o mundo.O cinema teria um papel importante na construção do sonho de fazer da antiga Cidade da Bahia a capital cultural do país”, esclarece a pesquisadora.

Na opinião da pesquisadora a repercussão da “ideologia do desenvolvimento” na Bahia, guiada pelo cinema, auxiliou no progresso cinematográfico da cidade e no aparecimento de profissionais de grande importância na história do cinema. Para a elaboração dos estudos foram consultados os quatro principais jornais diários do Estado: o “Diário de Notícias”, o “A Tarde” e o “Jornal da Bahia“ “Estado da Bahia”. Porém apenas o último foi inteiramente pesquisado. “Foi nessa cidade que um grupo de jovens amantes do cinema aprendeu a ver e a fazer filmes. No trabalho tentei analisar a expressão cinematográfica baiana dos anos 1950 a partir dos acontecimentos nacionais, quando se vivia a euforia desenvolvimentista do governo de Juscelino Kubitschek e, em especial, da sua projeção na Bahia, que também criava sua utopia de anos dourados”, afirma ela.

Glauber Rocha não só participou como também fez com que o cinema brasileiro conseguisse atingir o patamar que se encontra nos dias atuais. Além dele outros cineastas também auxiliaram na disseminação e no desenvolvimento da Cultura cinematográfica. Entre eles, destacam-se Roberto Pires, Nelson Pereira dos Santos, Anselmo Duarte, e muitos outros.

Pesquisa relata importância das obras de Monteiro Lobato

A pesquisadora Joseania Miranda Freitas, defendeu em 2001, na Universidade Federal da Bahia (UFBA) a tese intitulada "A história da Biblioteca Infantil Monteiro Lobato: entrelaçamento de personagens e instituição". No trabalho, a atual Professora Adjunta do Departamento de Museologia e do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal da Bahia, fala um pouco da história da Biblioteca que homenageia Monteiro Lobato e, além disso, discorre um pouco sobre as obras do escritor.
A pesquisa tenta mostrar a importância da Biblioteca e de Monteiro Lobato (BIML) na evolução da prática da leitura entre os jovens, o que não era muito comum antes do surgimento dela. Segundo Joseania, a orientação para a leitura constituía-se no ponto básico das atividades da BIML, possibilitando a aprendizagem e o exercício de outras diversas leituras, através do desenvolvimento da percepção crítica. “A convivência das crianças com o gosto pela leitura contribuiu para a sua formação geral, uma vez que, na escola, ainda não havia uma preocupaçãocom esta prática”, afirma a pesquisadora.Para realizar a tese foram necessários quatro anos de estudos e investigações nos arquivos da própria Biblioteca, em Salvador, na Monteiro Lobato de São Paulo e em outras bibliotecas infantis em Paris, Monique e Barcelona. Além disso centros históricos também tiveram que ser visitados para uma melhor conduzidos os estudos, entre eles destacou-se Museu Histórico de Taubaté (SP). “O tema central é da pesquisa é a história de BIML entre os anos de 1950 a 1974, período em ela estava sobre a gestão de Denise Tavares”, explica Joseania.
No trabalho de pós-graduação o produto final é individual, mas para a construção da tese a pesquisadora contou com a participação de um grupo de cinco amigas. “Elas representaram personagens do Escritor para a realização das entrevistas que foram feitas em sessões especiais, nas quais os leitores dos anos 50, 60 e 70, relataram suas experiências na BIML, além delas alguns funcionários da BIML se dispuseram a ajudar”, esclarece Joseania.
Para Joseania a BIML é um importante capítulo da história da educação baiana, no momento em que a sociedade despertava para a necessidade de novos espaços para crianças e adolescentes, nos quais o lazer e o entretenimento pudessem estar associados a atividades culturais e formativas, diferenciados do espaço escolar. “Esse estudo não pretendeu dar conta de todas as múltiplas faces e fases da BIML. Por isso, alguns fatos foram escolhidos, em detrimento de outros. Buscou-se observar a instituição a partir da perspectiva educacional”, diz.

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Momento Feriadão

Favo de Mel( Ivete Sangalo e Ninha)
Samir, Rubens Tavares e Fabinho O'brian
Deixa eu te falar meu favo de mel Não tem coisa melhor nessa vida Do que te amar meu favo de mel Minha pérola linda meu amor (2v).
Eu deito no teu colo Você me faz cafuné Me acaricia todinha do fio Do cabelo à ponta do pé (2v).
Xodó deguinho xodó
Xodó denguinho meu xodó
Xodó denguinho xodó

segunda-feira, 7 de abril de 2008

SJCDH debate prisão provisória


O auditório da Secretaria da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (SJCDH) recebe amanhã (8), às 9h, o debate sobre a posição atual dos presos provisórios na Bahia tendo como mediador o Procurador do Estado, Fernando Santana.
A SJCDH tem a intenção de retirar propostas oferecidas pelos participantes para viabilizar medidas de solução sobre o regime prisional no Estado, tendo em vista os aspectos administrativos e os de natureza do processo penal colocados em debate.O objetivo do evento em Salvador é de aprofundar a discussão sobre o assunto.
Membro do Conselho Federal dos Direitos da Pessoa Humana, Procurador do Estado e professor da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Fernando Santana Rocha é o convidado da SJCDH. Estarão presentes o Secretário de Segurança Pública, Antônio Cesar Nunes e a Secretária da Justiça da Bahia, Marília Muricy, entre outros representantes da magistratura e sociedade civil.

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Detentos de Salvador ganham acesso à leitura


Os internos do Presídio Salvador (PS) terão, a partir desta terça-feira (08), mais alternativas de entretenimento, lazer e cultura, com a implantação de dois pontos de leitura, viabilizados pela parceria firmada entre a Secretaria da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (SJCDH) e a Secretaria da Cultura (SECULT), através d a Fundação Pedro Calmon (FPC).
Serão disponibilizados 400 livros, 200 em cada uma das alas da unidade, de diferentes gêneros, além de recortes de jornais com conteúdos relacionados com a saúde, esporte, música baiana e cotidiano. O Presídio de Salvador é o único da capital a ser beneficiado, por enquanto, pelo Ponto de Leitura.
Neste sentido, também há a oportunidade da remissão de pena para detentos, escolhidos de acordo com os seus perfis, que estarão trabalhando como agentes de leitura. Eles serão responsáveis pela difusão da leitura entre os outros internos, pelo controle de empréstimos dos exemplares e pela manutenção dos espaços onde se encontram os acervos.