sábado, 22 de dezembro de 2007

Comunidade do São Caetano na briga por posto de saúde familiar

A empresa contratada DMX, substituta da Castro Lopes e que possui os mesmos funcionários (?), recebeu em licitação pública realizada pela Sesab, cerca de R$ 4.453.537.04 para a realização de obras físicas e administrativas do posto de saúde do São Caetano.A assinatura do acordo foi feita em 01 de dezembro de 2006 e até agora nada foi feita em benefício da comunidade. O Estado e o Município alegam que todos os incentivos legais já foram dados. O que se vê no São Caetano é o descaso por conta do atendimento médico e a ausência do programa de saúde da família. Em reunião realizada em 09 de agosto de 2005, ficou evidente a briga entre a Prefeitura e o Estado no sentindo de assumir as responsabilidades quanto ao atendimento médico aos moradores. Dirigentes da Acbvigor, a coordenadora da comissão Drª Fernanda Sousa e a técnica Cláudia Varjão não entraram em acordo quanto as verdadeiras necessidades do atendimento ambulatorial que é fornecido no local.
No último dia 12 de novembro de 2007, a cidade de Salvador foi beneficiada com a assinatura do termo de compromisso para construção de 13 unidades do Programa de Saúde da Família (PSF). O governador Jaques Wagner lembrou que a gestão passada deixou carências muito grandes na área de saúde. “Esses 13 postos do PSF possuem quatro equipes cada um, o que significa 52 equipes a mais, num aumento de cerca de 50% em relação ao que já existe hoje”, explicou. Wagner destacou que, além dos R$ 7,3 milhões investidos agora em Salvador, o governo da Bahia está destinando mais R$ 60 milhões também para postos do PSF no interior. As unidades serão formadas por equipes multiprofissionais compostas por médicos, enfermeiros, dentistas, auxiliares de enfermagem e agentes comunitários de saúde. Onze postos de saúde da família de Salvador serão recuperados. O anúncio foi feito pela Prefeitura Municipal da Cidade e o termo de cooperação técnica entre o Estado e o município conta com o apoio do Secretário Municipal do Estado, Carlos Alberto Trindade. Na capital baiana, 14 equipes (médico, enfermeiro, auxiliar e fisioterapeuta) serão sediadas em seus hospitais da rede pública e farão o acompanhamento de pacientes em suas casas. Além de reduzir o risco hospitalar, esses pacientes poderão desfrutar do convívio com seus familiares enquanto recuperam a saúde. Isso, a depender do perfil do paciente e das condições das famílias que serão analisadas caso a caso.

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